Quixelô é o segundo município que mais investe em saúde no centro-sul do Ceará

Prefeita Fátima Gomes em vista ao Hospital

Quixelô é o segundo colocado na região Centro-Sul do Ceará como um dos municípios que mais investe per capita, com recursos próprios, na saúde. A lista divulgada pelo Conselho Federal de Medicina no dia (21)  mostra os “Gastos per capita em Ações e Serviços Públicos de SAÚDE com recursos próprios” entre os anos de 2013 a 2017 em todo o Brasil.

Em todos esses anos, de 2013 a 2017, Quixelô esteve na lista como um dos três primeiros e na média geral, para o período, terminou classificado em 2° lugar, sendo, portanto o 2° município do Centro Sul do estado que mais investiu recursos próprios na saúde da população, nos últimos cinco anos, numa região que é composta por 10 municípios.

Levantamento do Conselho Federal de Medicina revelou que cerca de 2.800 municípios brasileiros gastaram menos de R$ 403,37 na saúde de cada habitante durante todo o ano de 2017. Segundo a análise do Conselho Federal de Medicina (CFM) sobre as contas da saúde, esse foi o valor médio aplicado pelos gestores municipais com recursos próprios em Ações e Serviços Públicos de Saúde (ASPS), declaradas no Sistema de Informações sobre os Orçamentos Públicos em Saúde (Siops), do Ministério da Saúde.

Na média geral o Brasil gastou R$ 403,00 em 2017. O sudeste e o sul do país puxam esses valores para cima. No Nordeste essa média em 2017 foi de 260,00 reais, estando, Quixelô, portanto, bem acima da média da região com R$ 310,00 em 2017 e a média de R$ 303,00 entre 2013 e 2017.

No ranking pela média (2013 a 2017) para a região Centro-Sul do Ceará,  Irapuan Pinheiro está em primeiro, Quixelô em segundo e Catarina em terceiro lugar; segundo o levantamento do CFM – Conselho Federal de Medicina.

O levantamento mostra, por exemplo, que os municípios menores (em termos populacionais) arcam proporcionalmente com uma despesa per capita maior. Em 2017, nas cidades com menos de cinco mil habitantes, as prefeituras gastaram em média R$ 779,21 na saúde de cada cidadão – quase o dobro da média nacional identificada. Além disso, os municípios das regiões Sul e Sudeste foram os que apresentaram uma maior participação no financiamento do gasto público em saúde, consequência, principalmente, de sua maior capacidade de arrecadação.

Ranking nacional – Entre os mais altos valores per capita naquele ano, estão os das duas menores cidades do País. Com apenas 839 habitantes, Borá (SP) lidera o ranking municipal, tendo aplicado R$ 2.971,92 para cada um dos 812 munícipes. Em segundo lugar, aparece Serra da Saudade (MG), cujas despesas em ações e serviços de saúde alcançaram R$ 2.764,19 por pessoa.
Na outra ponta, entre os que tiveram menor desempenho na aplicação de recursos, estão três cidades de médio e grande porte, todas situadas no estado do Pará: Cametá (R$ 67,54), Bragança (R$ 71,21) e Ananindeua (R$ 76,83).
Entre as capitais, Campo Grande (MS) assume a primeira posição, com gasto um anual de R$ 686,56 por habitante. Em segundo e terceiro lugares aparecem São Paulo (SP) e Teresina (PI), onde a gestão local desembolsou, respectivamente, R$ 656,91 e R$ 590,71 por habitante em 2017.
Em desvantagem, estão situadas Macapá (AP), com R$ 156,67; Rio Branco (AC), com R$ 214,36; além de Salvador (BA) e Belém (PA), onde os valores ficaram próximos de R$ 245 por pessoa.
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CONFIRA AQUI a lista completa de municípios.

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